o melhor de 2006
Entre outras coisas, porque valeu um extraordinário post de um companheiro de blogue.
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Acabou, em grande alegria, a Terra. Faz-se log out.

Mas, como se sabe, a vida continua.
Está a decorrer na antiga cidade invicta um tal de "Encontro de Partidos "Socialistas" Europeus", que conta com "socialistas" europeus, como o grande "socialista" europeu José Sócrates e a "socialista" franco-europeia Ségolène Royal.
Agora pergunto eu: onde está a Al-Qaeda quando é precisa?
Continuando o tema miséria, tão bem retratado no post anterior, não posso deixar de comentar o aumento do nosso ordenado mínimo.
Lobo Xavier, dizia no “Quadratura do Círculo”, que fica muito contente com o novo valor, mas atenção! é preciso que a economia cresça para que esse valor se enquadre na realidade económica do nosso país.
Eu, poria as coisas doutra maneira, dr.: é preciso [urgentemente] que esse valor cresça para que ele se enquadre na realidade económica do nosso país.
É que, desculpem, mas quem é que acha seriamente, que se vive com quatrocentos euros neste país?
«Dois por cento das pessoas mais ricas do planeta repartem entre si mais de metade da riqueza de todo o mundo, enquanto 50 por cento da população mundial divide pouco mais do que um por cento, de acordo com um estudo das Nações Unidas. (…) Segundo o estudo do Instituto Mundial de Investigação do Desenvolvimento Económico, da Universidade das Nações Unidas, um por cento dos adultos mais ricos é dono de 40 por cento dos activos mundiais, enquanto dez por cento desse grupo possuem 85 por cento de toda a riqueza». (Público, 6/12/2006)